Cultura, Trabalho e o 1º de Maio    

Com a colaboração de Marta Kummer
Servidora da Cultura (RJ)

 

Está chegando o Dia das Trabalhadoras e Trabalhadores, ou o Dia do Trabalho, uma data celebrada na maioria dos países do mundo com múltiplas e diversas matrizes culturais. O trabalho, como resultado da cultura, é a expressão de um povo e deve ser manifestação de sintonia entre a preservação do meio ambiente e o desenvolvimento socioeconômico, em suas diversas maneiras de aproveitar e transformar os recursos existentes. 

Trabalho para viver e para fruir!

A labuta do fazer e se dignificar com o resultado de sua própria ação é o trabalho da artista e do artista, realizadores e conhecedores do saber que expande a própria imaginação e a forma de agir no mundo, oferecendo seus produtos e serviços para a fruição da sociedade. A população consome e frui a música, os espetáculos, o artesanato, a literatura, as exposições, os filmes e toda a multiplicidade de obras do fazer cultural. Quanto mais as frui tanto mais as consome, um ciclo que alimenta as novas produções, os novos produtos e serviços. É um ciclo virtuoso de abundância, uma conta que faz bem. 

Celebremos o trabalho e as vantagens positivas do trabalho na cultura, mobilização interna de ser o que somos, das expressões plurais da cultura que nos constituem e se manifestam por meio da criatividade, da ousadia, da liberdade e, no fim das contas, da nossa capacidade de existir e viver junto.

E, nós, como servidores do Ministério da Cultura e das instituições vinculadas nas áreas da arte, patrimônio, pesquisa, audiovisual, memória e museus, trabalhamos para que obras, serviços e produtos da cultura sejam criados, circulem e sejam presença viva, cada vez mais, para o povo brasileiro e para o mundo. Chegamos inteiros a 2023 e trabalhando para melhorar as condições de trabalho e remuneração, recomeçando diariamente, reacendendo novos ânimos, e recriando o que recebemos daqueles que fizeram antes de nós.

Trabalho para fruir, trabalho para viver!